Após o fechamento do atendimento pediátrico do Instituto Brasileiro de Reabilitação (IBR), a demanda por consultas duplicou em diversos serviços de saúde, sobrecarregando profissionais. Apesar do aumento de trabalho, médicos relataram redução salarial e possível atraso no pagamento referente ao mês de julho, gerando insatisfação e preocupação.
Segundo fontes internas, o setor de convênios e particulares não depende de repasses da prefeitura, mas enfrenta dificuldades com pagamentos pelas operadoras de planos de saúde. Já os profissionais do SUS, que recebem diretamente por meio de repasses municipais, também podem ser afetados pelo atraso. Médicos destacam o descaso e cobram soluções imediatas.
Diante do agravamento da crise, médicos já estão se organizando para uma possível paralisação, como forma de protesto pela falta de pagamento e condições precárias de trabalho. A situação ressalta a crise enfrentada por profissionais da saúde, que lidam com aumento de carga de trabalho sem a devida valorização financeira.

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O HOSPITAL SÃO VICENTE E O DESRESPEITO AOS MÉDICOS
Médicos estão com seus honorários de SUS atrasados em quase um ano. O hospital recebeu o dinheiro do SUS da prefeitura e da SESAB, mas usou o dinheiro para outros fins. Até mesmo honorários de convênios não estão sendo repassados aos médicos.
E agora a direção do hospital resolveu descontar 20% do valor pago aos médicos para tentar “fechar as contas” e pagar os salários dos funcionários (que já estão atrasados).