A unidade da Laser Fast, clínica de depilação a laser localizada no Shopping Conquista Sul, fechou as portas sem qualquer aviso prévio, deixando clientes e funcionários no prejuízo. O caso vem gerando indignação e revolta, principalmente entre consumidores que adquiriram pacotes de depilação de longo prazo e agora estão sem qualquer resposta da empresa.
Clientes lesados e ausência de explicações
Uma cliente, que prefere não se identificar, relatou que já realizava tratamentos na clínica e, no ano passado, aderiu a um plano vitalício de depilação oferecido pela unidade. A proposta, que prometia atendimento contínuo, foi vendida como uma grande oportunidade, e vários consumidores investiram valores significativos no serviço.
Em fevereiro deste ano, a cliente recebeu uma mensagem da Laser Fast informando que o equipamento de depilação estava em manutenção e que seria necessário reagendar a sessão. Poucos dias depois, veio a surpresa: a unidade estava sob “nova direção” e não havia previsão para a retomada dos atendimentos. Os clientes foram orientados a solicitar o cancelamento do plano por um número de telefone que simplesmente não existe.
Desde então, a empresa parou de responder às mensagens, limitou os comentários em suas redes sociais e não oferece qualquer suporte aos consumidores prejudicados.
Fechamento em várias cidades
Ao investigar o caso, descobriu-se que a situação não se restringe a Vitória da Conquista. Diversas unidades da Laser Fast pelo Brasil também encerraram as atividades da mesma forma, sem aviso e sem oferecer alternativas para reembolso ou continuidade do tratamento. Há relatos de consumidores que compraram pacotes recentemente e sequer conseguiram iniciar o atendimento antes do fechamento.
Nas redes sociais, os perfis da empresa estão ativos, mas com comentários restritos, impedindo que clientes exponham publicamente suas reclamações. Já os contatos disponibilizados para suporte não respondem ou simplesmente não existem.
Se você também foi vítima desse caso ou conhece alguém que foi prejudicado, denuncie ao Procon e registre um Boletim de Ocorrência. É essencial que as autoridades sejam acionadas para evitar que mais consumidores sejam lesados.
