A empresa Mediterrâneo está no centro de uma polêmica envolvendo a acusação de calote em alunos que contrataram seus serviços para a realização de uma formatura. De acordo com relatos apurados pela página “Hora da Fofoca”, a empresa recebeu valores significativos de cada estudante e, até o momento, não realizou o evento nem devolveu o dinheiro aos contratantes.
Promessas não cumpridas e valores retidos
Os alunos afirmam que, devido à pandemia, a Mediterrâneo informou que não poderia realizar o evento. Em seguida, ficou acordado em contrato que a devolução de 70% do valor pago seria realizada até o dia 31 de dezembro de 2022, enquanto 30% permaneceriam com a empresa como multa. No entanto, mesmo com o prazo já expirado há quase dois anos, os estudantes não receberam o valor prometido.
Cada aluno investiu R$ 3.850,00, e, apenas na turma denunciante, mais de 30 estudantes foram prejudicados. Isso equivale a um prejuízo superior a R$ 115.500,00. “Fechamos nossa formatura com eles, e eles simplesmente não realizaram o evento. Mesmo estando na justiça, eles não querem devolver nosso dinheiro”, relata uma das alunas lesadas.
Tentativas de contato ignoradas
A página “Hora da Fofoca” tentou contato com a empresa Mediterrâneo desde ontem (22/11), por meio de mensagens e ligações, mas não obteve qualquer retorno. Apesar de as mensagens enviadas terem sido visualizadas, a empresa não respondeu nem se manifestou até o fechamento desta matéria.
Busca por soluções judiciais
Os alunos já recorreram à Justiça na tentativa de resolver o impasse. Uma das prejudicadas revelou que, mesmo propondo o parcelamento da devolução, a empresa alegou que não teria condições de pagar. “A gente sabe que têm condições de honrar o compromisso, mas continuam ignorando as tentativas de negociação”, afirmou.

2 comentários
Um verdadeiro descaso e falta de respeito com os alunos! Destruíram o nosso sonho de ter uma formatura e agora, simplesmente, não quererem devolver o nosso dinheiro que confiamos a essa empresa! Uma vergonha para vcs!!!
Inclusive eles querem pagar com cadeira