O magistrado acatou o parecer do Ministério Público e relaxou a prisão, entendendo que não houve situação de flagrante e, portanto, a detenção do influenciador foi ilegal.
Além disso, os bens apreendidos deverão ser devolvidos, uma vez que a decisão que fundamentou o mandado de busca e apreensão não determinou o sequestro de nenhum item. Dessa forma, veículos, cartões de crédito e valores deverão ser restituídos.
No entanto, as investigações continuam, e ele terá que comprovar a origem dos bens, especialmente no que diz respeito à quantia de 1 milhão.
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