Um caso envolvendo a Igreja Rios de Águas Vivas, localizada no povoado do Caldeirão, em Vitória da Conquista, chamou a atenção e acabou sendo levado à Justiça. O conflito teve início quando o senhor Francisco, proprietário do terreno onde o templo foi construído, autorizou um pastor a realizar cultos no local. Com o passar do tempo, entretanto, o pastor passou a agir como se a propriedade fosse sua, chegando a expulsar Francisco e outros fiéis que haviam suspendido o pagamento do dízimo.
A principal causa da discórdia foi a recusa do pastor em realizar reformas necessárias na igreja, o que levou os membros a questionarem o uso das contribuições financeiras. Como represália, o pastor proibiu essas pessoas de participar dos cultos e da Santa Ceia. Revoltado com a situação, Francisco decidiu trocar a fechadura do templo, impedindo o pastor de acessá-lo.
Além de liderar a igreja no povoado do Caldeirão, esse pastor também comanda outra congregação no bairro Alto Maron. O caso foi levado à Justiça, que determinou a suspensão das atividades no templo até que a disputa seja resolvida. No entanto, o pastor desrespeitou a ordem judicial e quebrou o cadeado da igreja. Novamente, os fiéis acionaram a polícia, e o caso continua sendo tratado judicialmente.